Medicina Bucal & Odontologia Estética

Conhecimento técnico e tecnológico, competência, dedicação, precisão de diagnóstico, informação, saber ouvir e prestar atenção redobrada no que o paciente diz e deseja, observar qual é seu grau de expectativa, ser o mais objetivo e franco possível, saber indicar e utilizar o laser como peça-chave nos diversos tratamentos estéticos, terapêuticos e cirúrgicos como expressão de saúde e beleza, são hábitos cotidianos seguidos há 20 anos pela dupla de mestres e doutores Fátima Zanin e Aldo Brugnera.

Por Regina Nascimento

Um grande incentivador da aplicação do laser em odontologia no Brasil, junto com sua esposa Dra. Fátima Zanin, hoje eles possuem uma vasta carteira de protocolos de casos realizados utilizando laser de baixa e alta potência, sendo que alguns casos servem de base científica. O Dr. Aldo Brugnera inclusive foi convidado pela Nasa há alguns anos atrás. Na ocasião, a Folha de São Paulo fez uma reportagem a respeito do trabalho desenvolvido. Segundo o especialista, o Instituto Brugnera Zanin tem o seu foco de atenção em procedimentos humanizados, mas com alta tecnologia. "Sendo que dentro das especializações trabalhadas, onde a gente tem maior experiência na utilização de diversos tipos de laser", comenta.

Apaixonados pela profissão – eles são o que chamamos workaholics. Além de sua participação ativa no Instituto na área de pesquisas, estudos, experiências científicas, ainda encontram tempo para dar aulas nos cursos de doutorado e mestrado da UNIVAP, na área de laser, aproveitar os fins de semana com os filhos e a família e ainda dedicar-se à leitura. Eles já publicaram cinco livros científicos no Brasil e um no exterior, sendo que este último já é sucesso de vendas na Europa e Estados Unidos. Os olhos da doutora Fátima até brilham quando ela abre aquele sorriso gostoso com aquela voz carinhosa de eterna menina e diz: "a gente fez com que esse conhecimento científico fosse trazido para a nossa clínica odontológica particular que fica dentro do Instituto, porque mesmo estando há mais de 20 anos como professores nunca deixamos de vivenciar aquilo que a gente estava vendo como respostas das novas tecnologias e novas pesquisas". E o doutor Aldo complementa: "acho importante destacar que nós fizemos um movimento inverso. Fomos, a partir das dúvidas que tínhamos na clínica, fazer a parte acadêmica, para responder essas dúvidas e procurar melhorar aquilo que a gente encontrava dificuldade. A odontologia é uma troca o tempo inteiro e a gente divulga isso para a comunidade. Muito poucas pessoas estão inteiradas sobre as diversas técnicas, que envolvem a luz do laser, seu uso e propriedades aplicadas aos diversos tratamentos odontológicos". O legal nesse casal é que eles são muito unidos e tem um imenso amor pelo que fazem, tanto que os pensamentos e atitudes são semelhantes.

Com toda essa somatória de conhecimentos, cuidado e sensibilidade, dá pra gente entender porque o Instituto Brugnera Zanin é um centro de referência internacional de Odontologia a Laser, Medicina Bucal e Estética Dental. Localizado nos Jardins, bairro nobre de São Paulo, num local de fácil acesso, ocupando uma área de 400 m2 e com estacionamento próprio. A clínica oferece todas a infra-estrutura necessária ao conforto e bem-estar. Ali tudo é muito bem orquestrado e regido. Reúne uma equipe de cirurgiões-dentistas de primeiro time em suas especializações, os quais experiência e conhecimento na aplicação dos diversos tipos de laser empregados em tratamentos específicos. São mais de vinte indicações terapêuticas, bem como de diagnóstico e cirúrgicas.

Você se admirou? É isso mesmo. Ao contrário do que todos nós imaginamos, vamos admitir, a gente é praticamente analfabeto em laser. Só um grupo reduzido de nossa população conhece bem o assunto. Bem. A gente está entre os 97% das pessoas que tem alguma noção, que já ouviu falar e fez clareamento a laser e uma ou outra passagem de laser, após um implante ou outra intervenção cirúrgica. Essa falta de conhecimento nos leva a acreditar que o tratamento com laser tem um custo proibitivo. Mas esse é um preconceito que precisa ser superado e mudado, porque o custo benefício torna praticamente o tratamento menos dispendioso do que você possa imaginar. Divididos em alta e baixa potência, os diferentes tipos de laser têm funções diagnósticas, terapêuticas e cirúrgicas, trazendo muito mais segurança e conforto ao paciente nos mais diversos tratamentos. Fátima e Aldo nesta reportagem nos presenteiam com uma verdadeira aula de conhecimentos a respeito da aplicação e performance do laser em vários tratamentos e situações. Sem dúvida, isso vai nos ajudar bastante, pois vamos saber perguntar e ter mais facilidade de decisão. É aquela história, se a gente não entende nada de mecânica do carro...

Como é feita e qual a avaliação da boca?

Na primeira consulta fazemos o histórico do paciente e traçamos um perfil do que ele deseja e está precisando. Há casos em que a pessoa deseja uma coisa e tem um problema mais urgente. Nessa sessão fotografamos toda a boca.
Através de micro-câmera o paciente pode visualizar o estado dos dentes e da mucosa. Em seguida, analisamos a fotografia que está na tela do computador e observamos detalhadamente cada dente. Quando temos dúvida de um ponto escuro ou infiltração, usamos o laser especial para diagnóstico (Diagnodente) para ver a atividade da cárie. Há muitos pontos escuros que têm uma baixa fluorescência dada pelo laser. São pontos inativos, ou seja, não tem risco de cárie alta. Estes pontos são preservados e esta leitura é feita periodicamente. Se o grau de não estiver aumentando o número de fluorescência não é preciso intervir, invadir ou remover estes pontos escuros. Por exemplo, acontece às vezes um ponto escuro externo parecer íntegro, porém o número alto de fluorescência emitido pelo Diagnodente nos dá a informação de que naquele local há uma cárie em atividade. Além de mostrar o que está ocorrendo no interior do dente, orientar na decisão da conduta a ser aplicada, ele funciona como excelente
instrumento de prevenção.

Essa tecnologia é usada por todos os dentistas?

Não. Muitas pessoas acham que a tecnologia substitui o tratamento. Se eu tivesse o laser, mas não tivesse a formação ou qualquer pessoa e não sabe a base da odontologia não sabe diagnosticar. Por exemplo, eu vou atuar num tecido que jeito que tem esse tecido, ele tem propriedades, a luz do laser vai interagir com esse tecido ou esmalte, dentina ou tecido mole ela tem que ter uma característica especial, ou seja, ela tem que ser absorvida. Por exemplo, o laser que faz cárie é diferente do laser que corta o tecido mole. O que faz cárie gosta tanto de água hidroxidopatita que é o material do esmalte que é um material mineralizado que ele é altamente absorvido nessa parte mineral e ao ser absorvido faz uma foto-ablação ele corta sem levar calor em profundidade no dente. É diferente se eu pegar um bisturi elétrico e colocar no tecido vai ter uma onda de calor que se propaga, mas o laser por ser uma luz altamente seletiva (é como quando tomo sol o ultravioleta é seletivo melanocitos que são pigmentos corantes que nós temos que captam a luz e vão produzir muito mais e você fica bronzeada. Isso é seletividade da luz. Então, além de saber tudo o que a gente tem de saber no campo da física, as interações, temos que conhecer o substrato, ou seja, saber em que meio eu vou usar, qual o laser que estou usando e onde estou usando. No clareamento a ação a ação do laser é da ativação do produto, quem clareia não é o laser mas o gel. Os dentistas não sabem disso. A gente dá aula Brasil inteiro e no exterior e o que eles tem a facilitação de como funciona isso, porque a hora que você entende não vai prometer coisas que tem limitações.

O laser que diagnosticou a cárie também trata?

Não. Ele é uma luz vermelha de laser altamente seletiva. Ela vai apontar simplesmente o local onde tem uma lesão de cárie como já mencionado ou inativa. Ai ele me dá um número. Muitos dentistas nos ligam para perguntar me deu número 23, por exemplo, eu abro ou não? Eles sabem que não abre. Não sei. Isso depende do risco de cárie. Uma pessoa que tem 23 e 70 anos tem esse 23 durante 40 anos e não desenvolveu, então não tem atividade e então
não preciso abrir. Agora se estou com adolescente com tudo acontecendo, sem fazer a higiene correta da boca, direito dentes, come, toma refrigerante e dorme sem escovar os dentes e passar fio dental, tudo o que faz o PH da boca ficar muito ácido. Ele vai ter um grande período de atividade, então o 23 nos garotos adolescentes são garotos de alto risco são pacientes que eu tenho que examinar a cada dois meses para medir ficar o sítio. Eu não preciso
de cárie, selar, eu limpo, e ensino como fazer a higiene correta, coloco flúor e mostro que na próxima semana onúmero tem que diminuir. Se não ocorrer isso, tento mais um tempo e assim a gente faz duas ou três sessões até eu invadir e tirar aquele pedacinho do dente. Então, uso laser. Se não incomodar, não tenho que restaurar, porque aquilo é um defeito não é uma cárie. Vou corrigir porque raspa a língua. Outra coisa, a pessoa precisa saber o que
você está fazendo e qual a razão disso.

ALDO

O Instituto tem o seu foco de atenção em procedimentos humanizados, mas com alta tecnologia. Sendo que dentro das especializações trabalhadas, onde a gente tem maior experiência utilização de diversos tipos de laser. Hoje
nós temos 5 livros científicos publicados sobre a área de laser na odontologia, um livro publicado no exterior muito vendido na Europa e estados unidos, além de estar dando aula no curso doutorado e mestrado dentro dada
UNIVAP na área de laser. Então, a gente fez com que esse conhecimento científico fosse trazido para a nossa clínica odontológica particular, porque mesmo estando há mais de 20 anos como professores nunca deixamos
de ter a clínica particular para vivenciar aquilo que a gente estava vendo como respostas das novas tecnologias e novas pesquisas. Acho importante destacar que nós fizemos um movimento inverso. Fomos a partir das dúvidas
que tínhamos na clínica fazer a parte acadêmica para responder às nossas dúvidas e procurar melhorar aquilo que a gente tinha dificuldade dentro da clínica. É uma troca o tempo inteiro e a gente divulga isso para a comunidade.
Muito poucas pessoas estão inteiradas sobre as diversas técnicas que envolvem laser e luz, seu uso e propriedades aplicadas aos diversos tratamentos odontológicos.

A importância de nós sabermos bem a odontologia, para sabermos trabalhar com qualquer tecnologia. Antes de você introduzir um tratamento o paciente deve estar muito preocupado com o conhecimento do profissional que
está procurando porque se ele não souber fazer uma boa anamnese, um bom diagnóstico, senão souber fazar um perfeito plano de tratamento não existe tecnologia que possa ajudar no caso dele. A ciência odontológica tem que
ser a base de tudo para depois chegar na tecnologia ajudando o paciente nas suas dificuldades. Nossa clínica é uma clínica de laser que está voltada para resolver problemas. A frase é assim se você não conseguiu resolver seu
problema venha até nós que vamos tentar da melhor forma tentar resolver o foco principal. Nós estamos habituados a atender casos complexos e até muito complexos que às vezes envolvem mais de um profissional. Aqui nós temos
também alguns profissionais que interagem conosco para ajudar a resolver os problemas. Nós temos especialistas em canal que também trabalha com laser terapia. Nós temos especialista em periodntia de gengiva, ortodontia,
cirurgia, prevenção, o que queremos levar para os nossos pacientes não é apenas um tratamento odontológico, queremos levar a medicina bucal que é ver o individuo como um todo, começando a tirar todos os problemas que
ele tem na boca principalmente focos de infecção para dar uma melhora na qualidade de vida dele. A finalização de tudo isso é porque a tecnologia, por que o laser. Porque ela me possibilita fazer diversos procedimentos com o
menor estresse, tanto para o paciente como para o profissional. Não só porque a tecnologia é bacana, não porque a tecnologia do laser me facilita procedimentos a tecnologia que não possibilita procedimentos não pode ser aplicada
porque não tem sentido de ser usada. Essa tecnologia que vem inclusive para baratear o custo, às vezes a pessoa pensa eu vou lá porque o laser vai ser mais caro. Nada disso, muitas vezes o laser vai sair mais barato do que outras
técnicas porque existem alguns tipos de cirurgia que na técnica convencional a pessoa pode demorar uma hora uma hora e meia. Por exemplo, uma cirurgia de freio labial que vai ter que anestesiar o paciente, fazer incisão,
sutura, colocar cimento cirúrgico eu venho com o laser – alguns casos com anestésico tópico outros com uma anestesia muito leve – faço o corte e não preciso fazer nada disso, não tenho sangramento, estéril e rápida, segura
principalmente para crianças e adolescentes, quando há indicação. E outros procedimentos minimamente invasivos. A maioria dos tratamentos de restauração com laser não precisam de anestesia.

O Clareamento a laser além de propiciar resultados melhores, se a pessoa for ver custo benefício é muito mais vantajoso também. Tirando a parte inicial vamos falar de cada laser.

Diagnodente primeiro que trabalhamos. Tomografia que a radiografia não permite ver tem sensibilidade de 50%. Quando vem com gengiva inflamada ou não sabe escovar direito, a gente faz essa orientação. A gente tem uma periodontista e ela vai deixar o sistema que sustenta o dente, fibras gengivais, tecidos ósseo, etc. ela vai fazer uma avaliação com toda a parte gengival convencional com a sonda periodontal, se tem bolsas etc. É muito importante
essa avaliação porque eu tenho cárie quando o paciente não sabe controlar o nível de bactéria na boca. Ele tem placa, tártaro e bactérias. Quando o paciente não sabe é mais difícil de prevenir, as primeiras consultas são mais longas para chegar e explicar ao paciente porque isso se forma e a maneira correta de proceder a limpeza para prevenir que isso ocorra. Do momento que tudo foi diagnosticado fazemos um planejamento e vemos o que é mais urgente fazer. Normalmente o que é mais urgente é aquilo que mexe com a saúde. Tem uma parte também que mexe com a estética que incomoda o paciente que pode ser um dente escuro na frente, uma fratura, uma falha, a cor, dente tortos, mal alinhados, etc. A cárie é tratada com Erb, a gengiva com procedimento convencional, mas tem uma vantagem usamos um laser terapêutico para tirar a dor pós-operatória da raspagem gengival, onde o laser está inserido nesse procedimento laser de diodo terapêutico que vai ajudar a diminuir a sensibilidade dental pós- raspagem e ele também ajuda a cicatrização, diminui edema acelerando o processo de reparação.

No caso da pessoa precisar fazer o tratamento de canal. Se tivermos uma evidência clínica e radiográfica que esse dente precisa fazer o tratamento ou então nós checamos é um dente que está sem vitalidade ou com alguma lesão ou fratura aí vai para o profissional que trabalha com a endodontia. É um especialista que é também professor nessa área e trabalha com os instrumentos rotatórios, ou seja, uma nova tecnologia que faz o tratamento numa sessão só.

Qual a vantagem disso?

O tempo e também é melhor fazer todo o procedimento para evitar também que fique criando bactérias. Fecha
no mesmo dia, só se faz uma segunda sessão se tiver uma infecção grave que contra-indique. Na maioria dos
casos hoje é feito numa única sessão. Na endodontia, usamos o laser terapêutico no pós-operatório. Por exemplo, o paciente pode ter uma pelecimentite que é uma sensibilidade muito dolorida que dá depois do canal, então a gente elimina já faz a laserterapia para o paciente se tiver alguma coisa isso ser minimizado. Outra coisa dentes já tratados, mas que tenham problemas, limas fraturadas, suspeita de fraturas, o endodontista tem um microscópio, então ele vai fazer todo o procedimento com muito cuidado e através desse aparelho fazer um diagnóstico dentro da raiz. O microscópio ajuda no caso de um instrumento fraturado dentro do dente que pode dar uma infecção tremenda depois que quebra, a pessoa tem há muito tempo e às vezes pensa até que tem que extrair o dente. O que faz? Com o microscópio consegue ver, remover a lima, que está lá dentro e tratar fazendo um bom selamento de toda a parte do canal, porque temos que vedar a parte periodontal que tem bastante sangue, que provavelmente tem algum sitio ou algum processo que dá uma lesão. Por que fechamos e obturamos o canal? Porque nós limpamos, poderia deixar assim. Não fazemos isso, porque temos que impedir o transito destes fluidos, ou seja, a penetração para dentro do canal que vá re-contaminar. A gente tem que pensar que a estrutura da dentina é permeável, é porosa, as bactérias que você limpa se você não obterá, não fecha, elas tendem a voltar e se alojar nos canaliculoszinhos. Então, é muito importante um bom vedamento, uma restauração bem feita de prefer~encia no dia em que o dente é aberto, porque já limpa e já conclui o tratamento. O microscópio também ajuda nesta fase de diagnóstico e fraturas de dente que tem lesão tem furca e a pessoa tem lesão na furca, área escura, abre clinicamente e a lesão persiste. Ele ajuda a enxergar melhor, se o paciente tem na área de cima relacionada com a furca ele tem alguma trinca, perfuração mínima que visualmente a gente não enxerga.

ORTODONTIA?

A gente trabalha muito com pacientes jovens e adultos de uma certa idade, porque com o passar da idade é que nós diminuímos a estrutura óssea fácil. Por isso que começamos a ter os músculos e pele flácida e caída. O que
observa num diagnóstico dos dentes é que a maioria dos adultos - de 30 a 40 anos – já começa a perder e desgastar as pontinhas dos dentes. Imagina se a gente tira um pedaço da estrutura que dá altura que vai do nariz até o queixo se você tira um milímetro já afunda o queixo, diminui a dimensão vertical isso inverte a linha do sorriso pra baixo e formamos sulcos nasolabial.

O que a ortodontia e a ortopedia associadas podem fazer com aparelho fixo ou removível?

Ela muda a inclinação dos dentes aumentando a altura. A partir disso a gente começa a reabilitar as pontas dos caninos que são guias importantes de desoclusão e começa a fazer a pontinha perdida dos dentes com o laser Erb Yague. Aí eu não preciso por uma faceta inteira eu trabalho só na ponta do dente, ou seja, só o que perdeu eu recupero. É um trabalho de escultura dental, ou seja, design dental. É um trabalho que demora um pouco com o paciente diferentemente de você pegar e fazer um preparo mandar para o protético, porque as facetas de porcelana são também excelentes de resultado maravilhoso. Mas há pessoas que não aceitam desgastar os dentes pra fazer. Vou fazer uma sobre contorno ou fica mais gordinho. Com o laser evita-se a emenda perto das gengivas que é o lugar onde pode acumular resíduos, que dá aquele aspecto de prótese. São coisas que o laser também vai ajudar na ortodontia. No nosso tratamento é um trabalho integrado de toda a parte ortodôntica e ortopédica. Abre o arco dental é um pouco aberto e você faz a engrenagem final que é feita com a prótese desenhada pelo Dr. Aldo. Aas coroas com o mínimo desgaste faz uma coroinha de cerâmica ou em laser para retornar os dentes do fundo. E os dentes da frente que perderam as pontas ou eu recupero ou com a resina ou faceta de porcelana.

IMPLANTES

Por exemplo, a pessoa está no litoral passando suas férias de verão e tem uma fratura dental. O que ela vai fazer? Hoje nós temos um grande auxilio da tecnologia de implante de carga imediata não que ele possa ser empregado em todos os casos. A gente tem de separar duas formas de implante de carga imediata existe uma forma de divulgação muito ampla como sendo uma solução bastante ampla para todos os casos. E uma forma mais científica, onde você realmente analisa se aquele caso é mesmo para carga imediata. Voltando ao litoral ao caso em que a pessoa teve o acidente e fraturou o dente ou os dentes que não dá para recuperar mesmo trabalhando com microscópio, fazendo a endodontia, fazendo uma peça que consiga selar, o dente está perdido. A gente pode fazer a remoção, colocar o dente provisório e depois de 4 a 5 meses colocar o dente definitivo. No mesmo ato que remove o dente coloca o implante de carga imediata. Esse eu acho que é um grande avanço. Outro caso é aqueles pacientes que a vida inteira tiveram aquele diagnóstico que não tem osso para fazer implante. A gente tem hoje novas técnicas – não estou falando para aquelas pessoas que queriam fazer implante sem enxerto ósseo há dois anos, mas não existia possibilidade. Hoje isso é muito possível na maioria dos casos. Há soluções muito importantes com novos enxertos, novos tipos de enxerto, muito menos agressivos. Claro que a gente também evoluiu muito também nas radiografias computadorizadas – nas tomografias – sistema que me dá com precisão a espessura e altura óssea – porque não é só importante tirar radiografia panorâmica e dizer você tem altura para por implante precisa ter também espessura. A gente tem uma visão muito clara aumenta muito o sucesso porque a gente conhece um pouco mais osso com que vai estar trabalhando, a altura e os parâmetros do mesmo. Isso é muito importante. Essas radiografias também vieram solucionar um problema de diagnóstico.

Até quanto vale a pena conservar um dente ou dentes ruins, feios, quebrados, envelhecidos, com infecção? Porque o dente começa a ter uma perda óssea? Porque está acomodando o corpo. Ele é algo que está fazendo mal e o organismo reage a isso perdendo osso ao redor do dente. Se ficar anos depois de sentir dor, tomar muito remédio, o próprio organismo expulsa o próprio dente porque é o sistema de defesa dele. Então, voltando ao assunto é muito importante que não protele o tratamento se tiver uma indicação de implante ou de uma perda muito grande por uma doença periodontal mais avançada, vai perder mais osso e nem o implante vai dar. Hoje os casos de infecção, os casos que tem de haver um diagnóstico muito preciso as tomografias ajudam nisso, o uso clínico e ter uma solução para aquilo.

O maior problema dessas infecções hoje e está muito divulgado é esse foco de infeção ser disseminado na corrente sanguínea, havendo endocardite bacterianas. Hoje na nossa filosofia de trabalho mestre no Instituto não falamos em odontologia falamos em Medicina Bucal. A odontologia muito importante, mas temos que inserir no contexto de medicina bucal. Vou dar um exemplo: não adianta uma paciente chegar aqui e querer fazer seis facetas de porcelana se eu fizer um diagnóstico que os molares dela estão com infecção. A gente tem que primeiro cuidar da infeção, de um problema de alicerce, de estrutura dela e depois fazer o embelezamento. Na parte de estética a gente tem de tomar um cuidado muito grande. A gente muitas pessoas que tratam a estética e esquecem de cuidar do embasamento. É preciso ser profissional da saúde, fazer restaurações confiáveis e esteticamente boas. Mas uma coisa não faz uma coisa perder a outra, precisa ser interligado.

PROTESES

Hoje a gente tem uma série de materiais novos também muito mais leves. Próteses sem metal, próteses que no Brasil hoje você consegue fazer as porcelanas tipo Cerec e as porcelanas In-press que tem o mesmo grau de abrasão do dente e mesmo grau térmico, são porcelanas que se encaixam muito bem à oclusão sem desgastar o dente. É preciso procurar porcelanas realmente de boa qualidade e que estejam nesse perfil dessas porcelanas mais modernas. A prótese tem uma durabilidade – claro sempre embasada num bom planejamento e tratamento, mas também no bom cuidado do paciente então a higienização é fundamental para a longevidade das próteses. Hoje você consegue fazer trabalhos muito bonitos e funcionais.

A pessoa tem problema de articulação o que fazer?

Neste caso, a prótese tem que ser muito planejada. Por exemplo, Se é um problema de dimensão vertical alterada – dimensão da altura perdeu ou desgastou. Primeiro precisa corrigir esse problema de dimensão, re-posicionar a mandíbula para depois confeccionar a prótese. A própria prótese pode ser o tratamento dependendo do diagnóstico. A prótese, por exemplo, pode reabilitar na altura da boca correta é preciso fazer um estudo antes e saber qual o problema que levou a ATM. Depois de muito bem estudado, sempre falo para que os pacientes não tenham pressa de começar. A gente vê tanta radiografia, porque você tem que perder um longo tempo examinando todas as possibilidades dentro de um planejamento. Um planejamento também nunca é único ele tem várias facetas e a gente precisa levar o que tem de melhor para a pessoa. Outra coisa que é nosso foto é saber ouvir o paciente. Ele sempre tem uma resposta para aquilo que a gente está fazendo. Ele sempre dá uma orientação porque é o que ele deseja.. Então, tem que ouvir atentamente o que ele diz. Aí é que vai estar a satisfação do trabalho de atingir o que ele almeja. Você pode fazer o trabalho mais bonito do mundo na sua opinião, mas não atingiu a expectativa dele ele se sente frustrado Isso ocorre muito com o clareamento dental, porque é uma técnica que você não pode garantir o resultado final e as vezes a expectativa do paciente é muito maior do que aquilo do que aquilo que você pode estar oferecendo a ele. Então, quando você trabalha com prótese, reabilitação oral, implantes você tem que procurar ver bem essa parte da expectativa do paciente. As vezes é melhor não fazer o caso do que fazer o tratamento e saber que não vai atingir a expectativa dele.

Tem que olhar nos olhos. No comercial você pode prometer tudo. Vender ilusões que nem sempre pode entregar. O científico é que impede essa promessa. E depois no meio da cirurgia diz não deu pra fazer aquilo. É complicado as vezes você até acha que a pessoa vendeu ilusões, mas não é bem assim. Tem pacientes com muitos problemas. Você tem até que diagnosticar o psicológico do paciente.

Laser CO2 – mesmo utilizado muito tempo para estética – gás carbônico é feita a cirurgia plástica gengival – tiro as manchas – remodelo a gengiva – sou muito procurado pelo pessoal que trabalha na televisão porque a pessoa pode fazer o tratamento e em quatro cinco dias está gravando o programa, porque não vai sutura, gesso, eu aumento o volume dos dentes quando são muito pequenos, então é um laser fantástico. Nossa experiência com esse tipo de laser é de mais de 20 anos. A gente sabe que tem recursos estéticos muito importantes para os pacientes. Ele tira lesões de boca, levanta, qualquer tipo de fibroma, tira lesão, faz o freio, abertura pós-implante, contorno gengival, tira manchas da gengiva e cinco dias depois a pessoa está na atividade normal. Não vai ponto não vai nada. Não incha, não dói, não sangra, o pós-operatório é muito facilitado.

Laser de Diodo – cirúrgico para ajudar na descontaminação dos canais radiculares e bolsa periodontal. São lasers de altapotência que tem uma resposta muito importante. Acho que o laser tem que ser visto não apenas como uma terapêutica que vem complementar a odontologia, mas que trás algumas soluções. Tanto que é verdade que a classe está solicitando que ela seja uma especialização. Provavelmente deve ser uma futura especialidade dentro da dontologia, porque temos mestrado em laser, doutorado em laser e temos vários colegas que trabalham com laser, mas não tem especialidade. Está tendo umas votações e no próximo ano isso se tornar uma especialidade, como ocorreu com homeopatia, acupuntura e outras especialidades. Esse laser terapeutico e cirúrgico; Erb... Não existe um tipo de laser que faz tudo porque ele interage com cada tecido, então o laser que corta o tecido duro, não corta o tecido mole, cada um tem uma ação, porisso existem vários lasers para diferentes usos, atua conforme a interaçã dele com o tecido. Então, teor de água, teor de osso, mineral é importante. Dessa forma que tem que ter diversos tipos de laser. Nasa... trabalhou... reportagem que saiu na Folha São Paulo

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